Dos sonhos, das memórias, do existir, re-existir e resistir…

Acordar. Acordar contrafeita, contrariada por querer dormir mais. Acordar lentamente  com um zapping espreguiçado e inconsequente. De repente, parar. Despertar. Escutar. Sentir. Fazer sentido. (ou como hoje fui despertada por Manuel Rivas, via televisão) “Somos lo que soñamos ser Y ese sueño, no es tanto una meta Como una energía Cada día es una crisálida […]