Mudemos de ritmo…

Maio 30, 2009

John Mayer Trio “Everiday I have the blues”


Oh, Senhor Francisco…

Maio 29, 2009

… já chegava de silêncios blogosféricos, não?


Sorria, é fim-de-semana!

Maio 29, 2009

sorriso

Jude Law

Imagem roubada daqui (provavelmente e sob muitas e variadas perspectivas, o melhor blogue do universo. Agora, ide, ide lá espreitar!)


No talking ’bout the rain no more

Maio 28, 2009

dEUS “Disappointed in the sun”


Ele tinha avisado…

Maio 27, 2009

… que ía ser com (a) cabeça…

Leo Messi

Ettore Ferrari/EFE


Surprise, surprise they wouldn’t wannna watch

Maio 27, 2009

The National “Mistaken for strangers”


Perguntas de ocasião

Maio 26, 2009

amesterdamalgures

Algures em Amsterdam


O drama, a tragédia, o horror…

Maio 25, 2009

… de não se encontrar um vídeo com qualidade e integral daquela conversa amigável e cordial entre a Manuela Moura Guedes e o Marinho Pinto…


Na guerra…

Maio 24, 2009

…  como se sabe, vale tudo!


Frase roubada

Maio 21, 2009

De tanto fazermos o que não nos apetece, esquecemo-nos do que realmente nos apetece.


Mario Benedetti

Maio 17, 2009

No te quedes inmóvil
al borde del camino
no congeles el júbilo
no quieras con desgana
no te salves ahora
ni nunca
no te salves
no te llenes de calma
no reserves del mundo
sólo un rincón tranquilo
no dejes caer los párpados
pesados como juicios
no te quedes sin labios
no te duermas sin sueño
no te pienses sin sangre
no te juzgues sin tiempo

pero si
pese a todo
no puedes evitarlo
y congelas el júbilo
y quieres con desgana
y te salvas ahora
y te llenas de calma
y reservas del mundo
sólo un rincón tranquilo
y dejas caer los párpados
pesados como juicios
y te secas sin labios
y te duermes sin sueño
y te piensas sin sangre
y te juzgas sin tiempo
y te quedas inmóvil
al borde del camino

y te salvas
entonces
no te quedes conmigo

Mario Benedetti


Sim, bem sei, já cá faltava The Killers outra vez…

Maio 14, 2009

The Killers “A dustland fairytale”


Esperança

Maio 14, 2009

Tantas formas revestes, e nenhuma
Me satisfaz!
Vens às vezes no amor, e quase te acredito.
Mas todo o amor é um grito
Desesperado
Que apenas ouve o eco…
Peco
Por absurdo humano:
Quero não sei que cálice profano
Cheio de um vinho herético e sagrado.   

Miguel Torga


É só de mim…

Maio 12, 2009

 

… ou ouve-se/vê-se/lê-se/sente-se algum pesar por “só” existir um caso confirmado de Gripe A, em Portugal?


Super tetra-campeões!

Maio 11, 2009

Tetra1 

 Tetra2

tetra3

 tetra5

tetra6

 tetra4


Sunday smile

Maio 10, 2009

Beirut “Sunday smile”


O tempo vai mudar… mas bom fim-de-semana!

Maio 8, 2009

Entreguemo-nos a actividades mais contemplativas…

johnny_depp_-_a_great_actor

Johnny Depp


Momento alto do dia*…

Maio 6, 2009

… e sim, o mar e o sol também ajudaram.

(* isto não se trata, obviamente, de um contraponto à afamada farinha-papa-whatever Maizena e aos inegualáveis contributos de Manuel Pinho para a economia mundial e também, eventualmente, para a portuguesa)


Ainda a música… (porque sim)

Maio 5, 2009

Ryan Adams “How do you keep love alive”


Ausência

Maio 3, 2009

 

Num deserto sem água
Numa noite sem lua
Num país sem nome
Ou numa terra nua

Por maior que seja o desespero
Nenhuma ausência é mais funda do que a tua.

Sophia de Mello Breyner Andersen


Dos sonhos, das memórias, do existir, re-existir e resistir…

Maio 1, 2009

Acordar. Acordar contrafeita, contrariada por querer dormir mais. Acordar lentamente  com um zapping espreguiçado e inconsequente. De repente, parar. Despertar. Escutar. Sentir. Fazer sentido. (ou como hoje fui despertada por Manuel Rivas, via televisão)

“Somos lo que soñamos ser

Y ese sueño, no es tanto una meta

Como una energía

Cada día es una crisálida

Cada día alumbra una metamorfosis

Caemos, nos levantamos

Cada día la vida empieza de nuevo

La vida es un acto de resistencia y de reexistencia

Vivimos, revivimos

Pero todos esos tienen la memoria

Somos lo que recordamos

La memoria es nuestro hogar nómada

Como las plantas o las aves emigrantes

Los recuerdos tienen la estrategia de la luz

Van hacia delante

A la manera del remero que se desplaza de espaldas para ver mejor

Hay un dolor parecido al dolor de muelas

A la pérdida física

Y es perder algún recuerdo que queremos

Esas fotos imprescindibles en el álbum de la vida

Por eso hay una clase de melancolía que no atrapa

Sino que nutre la libertad

En esa melancolía como espuma en las olas

Se alzan los sueños.”

Manuel Rivas